Linha do tempo de Esthevão Abner: de 2007 a 2023
O livro A vida é assim… tem 17 capítulos, um para cada ano, de 2007 a 2023. Esta página resume cada capítulo, sem nomes de médicos nem de hospitais, para quem quer conhecer a trajetória de Esthevão antes de ler o livro.
2007: O nascimento e o diagnóstico
Esthevão Abner nasceu em 24 de abril de 2007, esperado com muito amor pelos pais e pela irmã mais velha. Aos três meses de vida, os vômitos e o choro de dor levaram a família a uma longa investigação médica. Em novembro, os exames revelaram um tumor cerebral e, aos sete meses, começou o tratamento. A família passou a viver, nas palavras do livro, um dia de cada vez, e virou o ano na igreja.
Capítulo 1 do livro
2008: Três meses internado e a volta para casa
Em janeiro, o quadro se agravou e Esthevão passou cerca de três meses internado em um hospital de São Paulo, longe de casa, com a mãe ao seu lado. Comemorou o primeiro aniversário no hospital. Em 29 de abril, recebeu alta e voltou para casa, com tratamento semanal. A autora descreve a chegada como se o filho tivesse nascido de novo.
Capítulo 2 do livro
2009: Acompanhamento semanal e o primeiro culto de gratidão
O ano foi de acompanhamento semanal e de terapias de reabilitação. Esthevão crescia estável e, ao completar dois anos, a família celebrou o aniversário com um culto de Ação de Graças na igreja. A partir dali, todos os aniversários passaram a ser celebrados assim. O capítulo reúne depoimentos de profissionais e voluntários que conviveram com ele durante o tratamento.
Capítulo 3 do livro
2010: A sonda sai e ele passa a andar e falar
Em uma madrugada de junho, Esthevão apareceu sentado na cama, sem a sonda que o alimentava, e passou a comer pela boca. Pouco depois, aos três anos, começou a andar e a falar. O capítulo também traz as visitas à chácara dos avós e a amizade com as crianças e os adultos da rua, que cuidavam dele com carinho.
Capítulo 4 do livro
2011: Um ano difícil e uma vida significativa
Foi um ano de aperto financeiro: o pai ficou desempregado e a família contou com o apoio de uma associação para custear as viagens do tratamento. Esthevão começou a tentar a escola, em dias alternados. O capítulo reúne ainda passagens sobre a oração, os dinossauros e a casa da família, e termina com a imagem de uma corda de três dobras que não se arrebenta.
Capítulo 5 do livro
2012: Gratidão e uma cirurgia que correu bem
Depois de um bom 2011, Esthevão entrou em um colégio novo, mais atento às suas necessidades, e viajou com a família. Em junho passou por mais uma cirurgia, que correu bem: ao acordar, pediu coxinha e refrigerante. O livro fala dos cinco anos de puro milagre, da gratidão como estilo de vida e de como ele se tornou são-paulino.
Capítulo 6 do livro
2013: O primeiro voo
Em janeiro, uma nova cirurgia. Meses depois, a família viajou de avião pela primeira vez, para visitar amigos no Ceará, e Esthevão fez amizade com um passageiro durante o voo. Ele mudou de escola, e o livro chama o ano de calmaria. A virada para 2014 foi com amigos, no Rio de Janeiro.
Capítulo 7 do livro
2014: Aventuras e formatura
Um ano de passeios, como a viagem a São Tomé das Letras, e de presentes, como o programa com um amigo para ver a réplica de um tiranossauro. O ponto alto foi a formatura na escola: Esthevão cantou com a turma, dançou uma valsa e recebeu o anel de formatura das mãos da avó.
Capítulo 8 do livro
2015: Escola nova, amigos novos e meses difíceis
Esthevão começou o primeiro ano do ensino fundamental em uma escola nova, onde se sentiu acolhido, e a família conheceu amigos que o livro chama de anjos em forma de amigos. Entre setembro e dezembro, enfrentou uma sequência de cirurgias e infecções. O Natal foi em casa, em família.
Capítulo 9 do livro
2016: Um começo de ano muito grave e a recuperação
A virada do ano foi no hospital. No início do ano, Esthevão teve uma crise gravíssima e ficou em coma induzido. Os médicos não davam esperança, mas ele voltou a responder ao toque da mãe e foi se recuperando um dia de cada vez. Voltou para casa em cadeira de rodas, e a família adaptou a casa para recebê-lo.
Capítulo 10 do livro
2017: Uma nova tentativa e o louvor
De fevereiro a novembro, a família acompanhou um tratamento experimental, com viagens semanais a São Paulo, que não trouxe o resultado esperado. Foi um ano que a autora chama de difícil de atravessar, mas também de música: Esthevão louvava mesmo com dor, e a canção que diz “a minha vida é do Mestre” marcou a família. Ele completou dez anos, e o culto de Ação de Graças foi celebrado na igreja.
Capítulo 11 do livro
2018: Novo protocolo e um tempo de qualidade
Em maio, um novo protocolo de tratamento trouxe um período de qualidade de vida: viagens, mais tempo na igreja e na rua com as crianças, terapias em casa e o acompanhamento dos campeonatos de vôlei sentado da irmã. Esthevão também participou de um projeto de bocha paralímpica. O capítulo tem seções sobre comidas, brincadeiras e o jeito dele de ser.
Capítulo 12 do livro
2019: Um ano estável e cheio de histórias
Aos 12 anos, Esthevão viveu um ano estável: subiu ao pódio em um campeonato social de bocha paralímpica, treinou judô com um primo e frequentou a academia. O capítulo explica a escolha do nome. Esthevão significa príncipe coroado, e Abner significa pai da luz.
Capítulo 13 do livro
2020: A pandemia e o recolhimento em família
O ano começou com os planos do casamento da irmã, adiado pela pandemia. Em março, uma internação por falta de ar levantou a suspeita de covid-19, descartada em dois testes: era uma pneumonia. A família ficou em casa para protegê-lo, com cultos on-line e sem a festa de Ação de Graças. Em abril, Esthevão fez 13 anos.
Capítulo 14 do livro
2021: O último passeio e o Natal no hospital
Em janeiro, um passeio à praia pelo aniversário da irmã; em abril, o casamento dela, em uma cerimônia simples. Aos 14 anos, Esthevão teve a última festa de aniversário, na chácara dos avós, com o tema do Homem-Aranha. No fim do ano, uma nova internação levou a família a passar o Natal no hospital, com celebração à meia-noite e chamada de vídeo com os parentes. Em 29 de dezembro, ele recebeu alta e voltou para casa.
Capítulo 15 do livro
2022: A despedida
Em 25 de janeiro de 2022, Esthevão descansou no Senhor, aos 14 anos, ao lado dos pais. O livro conta os últimos dias com ternura e fé, o culto de despedida na manhã seguinte, com os louvores de que ele gostava, e os balões brancos soltos ao céu com um até breve, campeão.
Capítulo 16 do livro
2023: Um ano após seu descanso
O último capítulo reúne depoimentos de familiares, vizinhos, professores e amigos sobre o legado de Esthevão. Os textos e poemas da autora foram escritos ao longo de 2023, e a primeira edição do livro saiu em agosto de 2026, pela Editora Brilho Coletivo.
Capítulo 17 do livro
Leia a história completa
Esta é só uma visão geral. No livro, cada capítulo traz os detalhes, as orações, as viagens, as alegrias e os depoimentos de quem conviveu com Esthevão. O lançamento é no sábado, 17 de outubro de 2026, às 19h, em Taubaté (SP).