Como nasceu a tradição
No capítulo de 2008, Esthevão passou o primeiro aniversário internado, e não houve festa. No ano seguinte, a família decidiu celebrar o aniversário de dois anos como uma Ação de Graças, com o propósito de celebrar a Deus.
A autora escreve que, daquele momento em diante, todos os aniversários seriam oficialmente na igreja, ano após ano, e que com o tempo já não tinha como ser de outra forma.
Quem ia e como era a celebração
O livro descreve uma igreja cheia de familiares, amigos, pessoas de crenças diferentes e visitantes de várias cidades e estados do Brasil, reunidos para agradecer pelos milagres. Depois do culto, a festa continuava: a autora conta que havia pré-festa, bolo na calçada de casa com as crianças da rua e, às vezes, mais um bolo na chácara dos avós.
“Comemorávamos o aniversário do Esthevão por meses.”
Em vários anos, a decoração tinha como tema os dinossauros, a paixão de Esthevão. Um depoimento do capítulo de 2021 lembra a entrada dele na igreja: algo incomum, que ninguém explicava, mas todos sentiam.
Quando não foi possível: 2020 e 2021
Em 2020 e em 2021, por causa da pandemia e do cuidado com a saúde de Esthevão, não foi possível fazer o culto na igreja. Em 2021, aos 14 anos, a festa foi na chácara dos avós, com o personagem do Homem-Aranha. A autora a descreve como a última festa de aniversário dele, com risadas e brincadeiras com a mãe.
“Quatorze anos festejado com bênçãos sem medidas.”
O que essas celebrações significavam
Para a família, cada aniversário era uma maneira de agradecer por mais um ano de vida e de contar o que Deus havia feito. Para quem ia, o culto também era um momento de testemunho: uma prima de Esthevão escreve que, através da vida dele, muitas pessoas conheceram mais Jesus.
O livro A vida é assim… foi idealizado, segundo o site oficial, para registrar o testemunho de vida de Esthevão, e leva essa história das celebrações para as páginas.