Orando pelos parentes
Uma das passagens conta que a família visitou uma tia que estava doente. Na hora da despedida, Esthevão, ainda pequeno, colocou as mãozinhas sobre a cabeça dela e, do jeito mais sincero, orou por ela. Dias depois, a família soube que a tia estava bem. Anos mais tarde, ela foi acometida por outra enfermidade e partiu, e a autora anota que, hoje, a tia e Esthevão dormem no Senhor.
Em outro momento, no quarto, Esthevão estava deitado, sem disposição, e a mãe sugeriu que orassem por uma tia. Ele concordou. A tia contou depois que o último áudio dele que guarda é uma oração por ela e pela família.
Orando no hospital
O livro conta que, no hospital, Esthevão ouvia as canções do Irmão Lázaro e cantava, mesmo durante consultas. Uma vez, uma pessoa conhecida que visitava as crianças parou para cumprimentá-lo. A canção chamou a atenção do rapaz, e na hora do tchau Esthevão orou por ele.
“Minha vida nunca mais será a mesma.”
A autora escreve que situações assim aconteceram várias vezes, com pessoas diferentes, e que, por onde ele passava, louvava e orava.
O que a autora diz sobre orar
Depois de contar essas passagens, a autora faz uma reflexão que serve a qualquer leitor.
“Uma prova de amor inquestionável é colocada em prática quando oramos uns pelos outros.”
Ela convida o leitor a começar orando pelos familiares, pelos amigos, pelos irmãos na fé e até por quem não conhece, quando se sabe da necessidade.
Uma oração de despedida
Em um dos últimos relatos do capítulo, Esthevão orou por um tio que estava doente, nos últimos dias de vida dele. Os dois, que enfrentaram o câncer, estiveram juntos na sala, e a autora descreve o encontro como uma despedida: Esthevão e a mãe oraram e abençoaram o tio em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.